Se o Oscar está para o cinema assim como o carnaval está para o Brasil, então que agora comece o ano. Em um resumo rápido: um ganhou, o outro perdeu e todo mundo xingou as decisões da Academia de Artes e Ciências de Hollywood (como todo ano), por isso, esse que ganhou provavelmente deve dar as caras nos cinemas (agora com "vencedor de 6 Oscars" no alto do cartaz), já que em muitos lugares não foi sequer lançado. Enquanto isso, ninguém parece ter tido muita coragem de estrear junto com Scorsese e di Caprio (a não ser o cara do "Crepúsculo", azar dele).
por Vinicius Carlos Vieia
Histórias de Amor Duram Apenas 90 Minutos
Paulo Halm, roteirista de um punhado de filmes bem conhecidos como “Pequeno Dicionário Amoroso” e “Amores possíveis” entre outros, agora estreia na cadeira de diretor com toda pinta de agradar o grande público, com o ótimo Caio Blat encabeçando uma história moderna sobre um triangulo amoroso, que, infelizmente, tem todas ferramentas para passar despercebida por tentar ser mediano (já que, aparentemente, o cinema nacional só aceita filmes maiores que sua linguagem ou com o selo da “Globo Filmes”, o que é uma besteira que acaba encolhendo mais ainda o público nas salas de exibição). De qualquer jeito, uma opção interessante.
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Ilha do MedoMartin Scorsese é uma dos maiores cineastas vivos, isso não se discute, e a cada filme seu a única coisa que o público tem a fazer é esperar com apreensão mais uma obra de arte (que é o que quase sempre acontece), resultante de um domínio equilibrado entre forma e conteúdo que poucos conseguiram ter (além de um estilo próprio e marcante). Leonardo di Caprio volta em sua quarta parceria com o diretor (além de um elenco repleto de caras conhecidas e competentes) nesse thriller meio noir, com jeitão de um suspense arrebatador e, vendido aos quatros cantos, como surpreendente, impossível não entrar empolgado no escuro do cinema.
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Lembranças
Por mais que o cartaz do filme contenha os nomes de Chris Cooper e Pirce Brosnan, é lógico que, o que vai chamar toda atenção, é o do “muso” teen Robert Pattinson, o que não compõe a favor do filme, ainda mais com a direção daquele mesmo Allen Coutler que fez o fraco “Hollywoodland”. Se aquela mesma história do jovem revoltado que encontra um rumo no amor ainda consegue te interessar, bom filme, senão passe longe para não se chatear.
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*as datas, estreias e filmes podem sofrer qualquer mudança que as distribuidoras acharem melhor.
como enchi o primeiro paragrafo de links, dessa vez, esse último fica limpo.
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